quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Enquanto o calor de verão toma conta da Floresta, os pandas gigantes Long Hui e Yang Yang brincam na neve :)) (Fonte da imagem: Webshots)

domingo, 6 de janeiro de 2008




Amigos, infelizmente, a Ursa perdeu toda a configuração do Modelo original da Floresta! Por isso, não estranhem a falta de links, imagens, comentários, etc.
Agora, não sei se vou conseguir recuperar tudo. Tentei substituir o arquivo daqui por um mais antigo, mas não deu certo :((

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

O leite do amapá-doce, um tipo de látex retirado do tronco da árvore, é aplicado no tratamento de doenças respiratórias, como asma e bronquite (Fonte da imagem e das informações: site Flora e Fauna )

AMAPÁ - é uma árvore da família das apocináceas, de madeira útil e de cuja casca, amarga, sai um látex medicinal, que serve para o tratamento da asma, bronquite e afecções pulmonares; usada externamente serve como cicatrizante de machucados. (Fonte: Minidicionário indígena)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Tupinambás (Fonte da imagem: Blog do Dez)

Ano Novo Indígena
(texto extraído do site
Índios On line)

Nós, Povos Indígenas vivenciamos o Natal e o Ano Novo a cada dia que amanhece!

A renovação do nosso espírito, e a satisfação da vida material, se dá com o nascer do sol: com uma planta que nasce, com o brotar da flor, com o aparecimento do fruto, com cada folha que renova, com o canto dos pássaros, com as matas povoadas de animais, com o encanto das florestas, com os rios, lagos, ou lagoas cheios de peixes, com o barulho das cachoeiras, com a água pura que mata a nossa sede, e que nos banha, com as nossas roças produzindo alimentos, para saciar nossa necessidade de perpetuação, com o entardecer, com a lua que surge para nos encantar, com as estrelas, que servem para nos guiar, com o novo amanhecer, com o nascer de uma criança, com o respeito e, o cuidado com os nossos semelhantes, com o direito de viver, e, com a nossa partida para o mundo espiritual. Enfim, com o amor e a proteção que nos relacionamos com a Mãe Natureza.
Somos parte da Terra, pedaços de torrões!
Não queremos um Natal e Próspero Ano Novo, que é medido de ano em ano, onde as pessoas são levadas a acreditarem que é só nesses momentos, que o espírito precisa de renovação e paz, que se redime de todos os tipos de atrocidades cometidos ao longo de um ano, que deve se colocar a melhor roupa, o melhor sapato, ter o melhor alimento, amar, sonhar, tolerar, perdoar, presentear, reunir os membros da família, e que depois de passado surgem as incertezas, o desespero, o egoísmo, o orgulho, a prepotência, a vaidade, o rancor, o ódio, a desesperança, a ganância, a sede do poder, a cegueira, a desilusão etc.;.
Que transforma o homem, em um ser avilte.
Não queremos um Feliz Natal, e um Próspero Ano Novo de quem faz parte de um Sistema, ou aceita ser dominado por conveniência, e que deixa seus próprios irmãos: com fome, com sede, sem teto, sem pátria, sem direito a uma boa educação, à saúde, a um trabalho digno, sem acesso ao conhecimento dos direitos e deveres de cidadania, sem rosto e sem voz, que fomentam a guerra (a disputa e a discórdia),
Queremos sim, comungar sempre, com aqueles, que enxergam a humanidade como um todo, que não precisam de retórica, e nem se dizem intelectuais para seduzir e enganar seus irmãos, que não possuem olhos vendados, e que tem a plena consciência de que somos todos iguais perante a Natureza. A diferença é unicamente cultural. E, acima de tudo possuem a consciência de que precisamos preservar e cuidar do meio em que vivemos, se deseja para nossas futuras gerações uma vida digna!

Auere!
Yakuy Tupinambá

sábado, 22 de dezembro de 2007

A Ursa ganhou essa foto natalina carioca do amigo Jôka, do Av. Copacabana. Uma linda homenagem!!
BOAS FESTAS FLORESTAIS PARA TODOS OS QUERIDOS AMIGOS !!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

D. Luiz Cappio às margens do São Francisco (Foto: Reuters)

STF decide liberar obras de transposição do Rio São Francisco
(informações extraídas do Estadão )

BRASÍLIA - Em duas decisões nesta quarta-feira, 19, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu liberar imediatamente a retomada das obras de transposição do Rio São Francisco. Com o resultado do julgamento, o bispo de Barra (BA), d. Luiz Flávio Cappio, deve dar continuidade à greve de fome contra o projeto iniciada no último dia 27. Antes da decisão, os movimentos que apóiam o bispo tinham a esperança de que um resultado favorável no Supremo colocasse fim ao jejum, que já dura 23 dias.
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Após 23 dias, bispo em greve de fome desmaia e é internado
D. Cappio teria ficado 'muito abalado' com a liberação das obras do Rio São Francisco pelo STF
(Fonte das informações: Estadão )

Na noite de terça, o bispo enviou ao presidente Lula, em Brasília, uma contraproposta para interromper sua greve de fome. A primeira de oito exigências listadas no documento é a suspensão das obras de transposição do Rio São Francisco, com a retirada das tropas do Exército.
No entanto, o Palácio do Planalto rejeitou as duas principais exigências feitas pelo bispo. Por volta de 17 horas, a assessoria do presidente Luiz Inácio Lula da Silva comunicou por telefone à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que o governo rejeitava a suspensão das obras de transposição do rio São Francisco e a mudança no projeto oficial, com a redução do volume de água para os Estados de Pernambuco e Paraíba.

AS 8 REIVINDICAÇÕES:
1. Manter a suspensão das obras, com retirada imediata do Exército
2. Adução de 9 m³ por segundo de água para áreas de PE e PB
3. Realização de obras previstas pela ANA
4. Apoio a projetos de armazenamento de água para consumo
5. Revitalização da Bacia do Rio São Francisco
6. Revitalização dos Rios Jaguaribe, Piranhas-Açu e Parnaíba
7. Apoio técnico na elaboração do Pacto das Águas
8. Plano de Desenvolvimento Sustentável para o semi-árido

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

No meio da brincadeira, pandas rolam na neve do zôo de Washington, nos EUA (Fonte: UOL Bichos)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

(Fonte da imagem)

Usina movida a energia solar na Espanha
(Fonte: Ambiente Brasil)

Um projeto gigante, que gera tanto eletricidade quanto resultados positivos para o meio ambiente, foi inaugurado no sul da Espanha: a primeira usina do mundo movida inteiramente pela energia do Sol.No meio do terreno árido da região, a usina se destaca pela magnitude e imponência. Do chão brotam os raios que convergem no topo da torre de 160 metros, mais alta que um prédio de 50 andares. É radiação solar em estado puro, concentrada em um único ponto. Calor natural que aquece a água que corre para dentro da torre até virar vapor a 400ºC, para mover as turbinas que produzem energia elétrica sem poluir o meio ambiente.Novecentos espelhos gigantes se movem lentamente como girassóis. Nem dá para perceber a mudança de posição, mas eles estão sempre alinhados com o Sol para refletir o máximo de luz, direto para a torre de captação. É a maior usina solar com produção de energia em escala comercial do mundo. Daqui sai eletricidade para abastecer 180 mil casas, uma cidade do tamanho de Sevilha, que fica a 30km.A construção ocupa uma área do tamanho de 60 campos de futebol. E custou o equivalente a meio bilhão de reais. Cada centavo saiu da iniciativa privada, um consórcio de empresas espanholas que planeja recuperar o investimento em apenas dois anos.“Trocamos o gás, o carvão e o petróleo pelo Sol, que brilha 240 dias por ano na região sul da Espanha. E é de graça”, diz o engenheiro responsável pela produção de energia.A segunda usina, ainda maior, já está em construção. Outras sete completarão o projeto da plataforma solar de Sevilha até 2014. O plano é fornecer eletricidade para todo o sul da Espanha. E o melhor de tudo: evitar que sejam despejadas 600 mil toneladas de dióxido de carbono por ano na atmosfera.“É um tecnologia que pode servir a sociedade, em qualquer parte do planeta”, diz o engenheiro. “Inclusive no nordeste do Brasil, onde o que não falta é Sol”. Trata-se da fonte de energia mais antiga do mundo, mas ainda considerada por muita gente um negócio do futuro. Não na Espanha, onde já é, claramente, um sucesso. (Globo Online)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Amigos, não estranhem se a Ursa escrever menos nos próximos dias. Ela está num corre-corre de final de ano, com muitas coisas para fazer na Floresta :))

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

As baleias e os golfinhos dormem?
(Fonte: site HSW)
Baleias e golfinhos são mamíferos; portanto, em vários aspectos, eles são como os humanos. Entre outras coisas, eles têm estrutura óssea similar à nossa, sangue quente, e dão à luz a "bebês". As maiores diferenças entre estes animais e os seres humanos estão relacionadas aos seus respectivos ambientes. Baleias e golfinhos têm um sistema respiratório diferente que permite que passem longos períodos de tempo (às vezes 30 minutos ou mais) debaixo d'água, sem inalar oxigênio.
Em terra, os seres humanos e outros mamíferos respiram involuntariamente: Se não decidirmos respirar ou não, nosso corpo captará o ar automaticamente. Como vivem em um ambiente submarino, baleias e golfinhos precisam ser respiradores conscientes: Têm de decidir quando respirar. Conseqüentemente, para respirar precisam ser conscientes. O problema está aí, já que cérebros de mamíferos precisam entrar em um estado inconsciente de tempos em tempos para funcionar corretamente (veja Como funciona o sono para descobrir o porquê).
Os golfinhos têm muito tempo para tirar uma soneca entre suas viagens à superfície do oceano, claro, mas não é uma opção viável. Quando se é um respirador consciente, é impossível ficar completamente inconsciente - e se você não acorda a tempo? A solução para baleias e golfinhos é deixar metade do cérebro dormir enquanto a outra permanece acordada. Assim, o animal nunca está completamente inconsciente, mas ainda assim tem o repouso necessário.
Cientistas estudaram este fenômeno em golfinhos, usando a eletroencefalografia. Neste processo, eletrodos presos à cabeça medem os níveis de eletricidade no cérebro. Os eletroencefalogramas (EEGs) dos cérebros dos golfinhos mostram que no ciclo do sono, metade do cérebro do golfinho de fato "desliga" enquanto a outra metade ainda está ativa. Os pesquisadores observaram que os golfinhos ficam neste estado por aproximadamente oito horas por dia.
Não sabemos como eles se sentem neste estado de repouso, mas podemos adivinhar. É provavelmente algo como o estado de semiconsciência que experimentamos quando começamos a dormir. Ficamos muito próximo da falta de consciência, mas ainda estamos cientes o bastante do que acontece à nossa volta para acordarmos por completo se precisarmos.
E onde as baleias e os golfinhos dormem? Eles provavelmente poderiam dormir em qualquer lugar, mas faz mais sentido se eles dormirem próximos à superfície do oceano para que possam subir para respirar com mais facilidade. É comum ver os golfinhos nadando devagar na superfície, com muito pouco movimento. Aparentemente, estes golfinhos estão em repouso.

domingo, 25 de novembro de 2007

(Fonte da imagem)

Nem tudo está perdido
(Trechos de crônica de Alcione Araújo, publicada originalmente no site IBASE )

Em conversa vadia, Darcy Ribeiro contava histórias de sua convivência com os índios, não me lembro se Kadiweu, Terena on Kaigang – uma das tribos do Xingu, onde viveu.

Na tribo, ele observava o índio pai brincando com o filho indiozinho. O pai trabalha o barro com paciência e minúcia indígenas e conforma o vasilhame, espécie de bule, com bico, tampa, asa e adornos. Põe junto ao índiozinho que, com uma paulada, destroi todo o trabalho e se diverte – com a aprovação afetuosa do pai que, serenamente, inicia nova peça. O mesmo capricho e a mesma dedicação para o bico, a asa, a tampa e os adornos. Outra vez entrega ao indiozinho que outra vez a destrói a pauladas. E, assim, inumeras vezes.
Querendo ajudá‑lo na brincadeira, Darcy se aproxima e sugere: "Já que ele vai mesmo destruir, por que não simplifica, tira os adornos, o bico e a alça? Fica mais rápido". O índio estranha a sugestão: "Não estou com pressa. Brinco com meu filho, coisa mais bonita que fiz na vida, que vai ficar quando eu for, e quer brincar com o bico e a alça. Se não for com tudo direito, não vai querer brincar, vai achar que engano ele. Não vou ser honesto, ele vai achar que nenhum é honesto e que não há honestidade". Para o índio, brincar era jogo com regras que não admitiam trapaças, que infundiam valores, princípios de vida, e refluíam memória, cultura e religiosidade. Por isso, índio não ensina, índio educa. Verbos no passado refletem a contaminação do branco.
Em palestra para professores e estudantes em São Paulo, narrei o episódio do índio pai educando o filho e ressaltei a perdida magia da transmissão do saber. Hoje, entregue à sabença de educadores, forma os jovens para serem mais produtivos do que humanos – vai ver sabem o que ignoramos: por que e para que viemos ao mundo!
Ao final, fui procurado por um jovem que queria contar a história que ouviu, parecida com a que narrei. Na versão dele, o índio pai faz para o filho jarros completos e acabados, que a criança também destrói com uma pedra. E tudo se repete: novo jarro, nova destruição, inúmeras vezes. Até que a criança, por vontade própria, em vez de destruir, imita o pai: e, com as próprias mãos, conforma o jarro com asas, tampas e adornos. Com o mesmo barro e a mesma técnica. faz novo jarro, mais sólido, mais útil, mais bonito que o do pai.
Ele entendeu o que Darcy quis dizer, o que culturas antigas vêm dizendo: que a aprendizagem, sem deixar de ser dor e prazer nem inibir o modelo individual de felicidade, é pedra de toque na evolução da espécie humana. Nem tudo está perdido.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

O amigo Léo, do Blog Suite Blog, convidou a Angela Ursa para uma entrevista. A Ursa ficou emocionada com o convite. A entrevista está na seção Gente do Bem do blog do Léo.
Agradeço também o incentivo da amiga Saramar.

domingo, 18 de novembro de 2007

Casa do pintor Monet em Giverny, França
Jardim do pintor Monet
Reflexos na água do Jardim de Monet em Giverny, França (Fonte das imagens)

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Índios fazem funcionários da Funasa reféns no PA
(Fonte: UOL)

Belém - Um grupo de 154 índios tembés vindos de três aldeias do nordeste paraense invadiram hoje o prédio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Belém e manteve funcionários do órgão retidos por cerca de uma hora e meia.Eles protestam contra os cortes no repasse de verbas à saúde. A Polícia Federal (PF) invadiu a sede do órgão e libertou os funcionários, mas os índios se recusaram a deixar o local.
Os índios tentaram impedir a libertação dos servidores, mas os agentes da PF agiram com rigor. Ninguém saiu ferido. O cacique Edinaldo Tembé disse que a invasão é um protesto contra uma portaria do Ministério da Saúde que reduziu o repasse de recursos, além de municipalizar a saúde indígena. "Isto é um absurdo total. As prefeituras não têm compromisso com a saúde dos índios. Quem deve prestar este serviço é a Funasa", disse.
Segundo o cacique, a desocupação do prédio só irá ocorrer quando representantes do governo federal sentarem com os índios para negociar suas reivindicações. Para a Funasa, nada pode ser feito porque a portaria foi discutida com as lideranças indígenas e a maioria se mostrou favorável à mudança. "A portaria gerou insatisfação em apenas 10% da população dos tembés, que é de 18.905 índios no Pará", informou a Funasa.

sábado, 10 de novembro de 2007

Desenho de Zéca Kaxinawá (Fonte da imagem: site Rede Povos da Floresta)

História indígena

(Fonte: site Roda de Histórias Indígenas)
Ouça A origem da noite – mito Desana/Amazonas.
(Arquivo do Windows Media Player – 7Mb)

domingo, 4 de novembro de 2007

Os Poemas

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro
que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem
.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...

(Mario Quintana - Esconderijos do Tempo)

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

(Fonte da imagem)


Reciclagem e economia

(Fonte: site Radiobras )

A adoção de medidas recicláveis gera não apenas vantagens para a economia mas grandes ganhos na qualidade ambiental que têm reflexos na população das cidades. Eis alguns exemplos:

- Cada tonelada de papel reciclado representa 3 m³ de espaço disponível nos aterros sanitários.
- A energia economizada com a reciclagem de uma única garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 W durante quatro horas.
- Com a reciclagem de uma lata de alumínio economiza-se o suficiente para manter ligado um aparelho de televisão durante 3 horas.
- 1 tonelada de papel reciclado significa economia de três eucaliptos e 32 pinus, árvores usadas na produção de celulose.
- Na fabricação de 1 tonelada de papel reciclado são necessários apenas 2 mil litros de água, ao passo que no processo tradicional esse volume pode chegar a 100 mil litros por tonelada.
- O Brasil só recicla cerca de 30% de seu consumo de papel.
- O vidro é 100% reciclável e o Brasil só recicla cerca de 14,2% do vidro que produz e consome.
- Cada tonelada de aço reciclado representa uma economia de 1.140 Kg de minério de ferro, 454 Kg de carvão e 18 Kg de cal, sem perda da qualidade.

(Fontes: Limpurb e Programa de Educação Ambiental do Projeto Metropolitano de Salvador.)