segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Um tucano (Ramphastus tucanus) espia de sua toca a rara e estranha a movimentação humana em seu território: a espécie, que come frutas, é comum na Amazônia e uma grande dispersora de sementes. (Foto de Adriano Gambarin)
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009

Gisela Blanco
(Fonte: Revista Superinteressante – 08/2009)
Plantar árvores é uma ótima solução para diminuir a poluição do ar nas grandes cidades, certo?
Cientistas americanos descobriram que certas espécies podem ter o efeito contrário: liberam um composto que estimula a formação de ozônio - o mesmo gás que, a 10 mil quilômetros de altura, protege a Terra contra os raios ultravioleta, mas é tóxico se inalado diretamente (pode causar câncer e doenças pulmonares). "As pessoas não fazem ideia de como as árvores podem contribuir para a formação de ozônio", afirma o biólogo Mark Potosnak, doutor em ciências ambientais pela Universidade Columbia. Elas produzem uma substância, chamada terpeno, que é uma espécie de inseticida natural.
Só que, quando entra em contato com o óxido de nitrogênio liberado pelos carros, o terpeno vira ozônio. Muito ozônio: nas medições feitas por Potosnak, a concentração desse gás no ar dos EUA chegou a 107 partes por bilhão - 30% acima do nível considerado seguro. E as zonas urbanas mais arborizadas, como parques, foram justamente as piores. Abaixo as árvores então? Potosnak propõe uma solução mais inteligente: "Em cidades grandes e cheias de carros, talvez devêssemos escolher com mais atenção as espécies que serão plantadas" (veja exemplos abaixo).
FÁBRICAS DE POLUIÇÃO
Quanto gás as árvores produzem*
Pouco - Bordô - 3,2
Médio - Pinheiro - 17,5
Bastante - Palmeira - 201,8
*Em microgramas de terpeno por hora
terça-feira, 15 de setembro de 2009
(Fonte das informações)
Martim-pescador é o nome comum dado às aves pertencentes a uma família cujos integrantes possuem cabeça grande e bico longo e pontudo. Embora existam delas, em todo o mundo, cerca de 84 espécies, apenas algumas ocorrem no Brasil, das quais o martim-pescador-grande é a mais conhecida, não só pelo seu tamanho, já que é a maior da família alcedinidae no país, mas também pelo canto característico, repetido em intervalos e assemelhado ao som de uma matraca, instrumento formado de tábuas ou argolas móveis que se agitam para fazer barulho. Por isso, em algumas regiões é conhecido por esse nome (matraca), embora na Amazônia seja chamado de ariranha, ou de pica-peixe na linguagem vulgar de outros pontos do Brasil. Incluem em sua dieta insetos como abelhas, vespas e formigas aladas. Por isso vivem preferentemente às margens de rios e lagos, pousando em galhos de árvores à beira d’água, meio escondidos entre a vegetação, para de lá observar a presença de possíveis presas com tamanho entre 3 e 5,5cm, que capturam com o bico pontiagudo em vôos rápidos e certeiros. De outras vezes, o que é mais comum entre os martins-pescadores grandes, elas se mantém no ar, no mesmo lugar, pairando sobre as águas por breves instantes, para cair de súbito sobre a vítima desprevenida e prendê-la entre as maxilas, retornando a um poleiro em ramo próximo, onde provocará a morte do animal que apanhou batendo-o contra uma superfície dura. Depois o engole inteiro, de cabeça para baixo, regurgitando mais tarde as partes não digeridas.
domingo, 13 de setembro de 2009
Tucumã(Informações extraídas de tópico do blog Coisas de Manauara)
Sabe o tucumã? NÃO? Bem…Como explicar? Pra quem conhece, na aparência ele é primo da pupunha. O tucumã é uma frutinha de uma palmeira amazônica(e eu suponho que seja mais comum no Amazonas, pois em Belém não se vê à venda).
É pequeno, do tamanho de uma bola de tênis de mesa (nunca pingue-pongue, nunca). Tem casca fina, não tão fina quanto uma casca de maçã, não tão grossa quanto uma casca de manga. O caroço é grande (80% do volume da fruta), preto e duro, sendo matéria-prima para anéis, brincos, e outras coisinhas do estilo. A polpa é oleosa, alaranjada, fibrosa e tem um sabor que fica entre o salgado e o oleoso, sendo na verdade um inexplicável gosto salobro, que não parece com nada que eu conheça – é gosto de tucumã mesmo. Nilson Chaves tem uma música, Flor do Destino, que diz :”Tu me deste um sonho/ eu te trouxe um gosto de tucumã/ Tu me deste um beijo/ e a gente se amou até de manhã/ Veio o sol nascendo/ e nos despertou/ da gente virando terra, mato, galho e flor! ” Eu adoro tucumã, apesar de minha mãe reclamar que, quando come tucumã, passa o dia arrotando com gosto da fruta.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Pedra da Tartaruga (Clique na imagem para ampliar e ganhar um papel de parede)Pedra da Tartaruga na Praia do Perigoso, RJ
(Fonte: Jornal Copacabana - Texto: Renata Moreira Lima
Conta a lenda, que há alguns anos, um bandido de alta periculosidade fugiu da prisão e se refugiou numa praia paradisíaca perto de Guaratiba. O tempo passou, não se sabe o que aconteceu com o bandido, mas a praia foi batizada como Perigoso.
Para quem sai da Zona Sul é um longo trajeto até chegar lá. Como todo paraíso, é difícil o acesso. Tem que passar pela Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, subir a serra e seguir em direção à Praia de Guaratiba.
Chegando no canto esquerdo da praia é só perguntar. Você tem que subir umas ladeiras até chegar à trilha que leva à praia do Perigoso. O trajeto não é muito longo, mas você fica, pelo menos 20 minutos andando por uma paisagem privilegiada: mar de um lado e morro do outro.
No caminho você passa pela ilha do farol e pode avistar a pedra da tartaruga muito antes de chegar à praia.
Chegando no Perigoso, a vista é a praia de Grumari, que, de longe, fica pequena.
O canto direito é propício ao mergulho. Com uma mascara, pé-de-pato e snorkel o aventureiro pode se divertir vendo o que há de mais rico no mar, os seres que o habitam.
E não para por aí. A pedra da Tartaruga, além de compor uma paisagem deslumbrante, é usada para a prática do rapel. Perigoso e excitante para quem tem o espírito aventureiro.
Se o visitante ainda tiver forças depois de tanta atividade, pode voltar e continuar seguindo a trilha que chega ao Perigoso.
Mais adiante vai encontrar a Praia do Meio (famosa entre os praticantes de trekking).
Para não morrer de fome, a dica é dar uma “enfarofada básica” e levar algo para comer.
Fim de tarde chegando é hora de ir embora. Uma parada no boteco com vista para Guaratiba e água de coco refrescante.
Daí é pegar o carro e voltar para casa.
Em dia de sol, a praia do Perigoso é um prato cheio para quem gosta de praia, caminhada, mergulho e esportes radicais.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Viaje pela floresta com as imagens panorâmicas do Globo Amazônia
Nova ferramenta permite ao internauta fazer "tour virtual" na Floresta
(Clique para começar a viagem)
O Globo Amazônia completa seu primeiro aniversário com um presente para os leitores: uma viagem pela Amazônia com imagens em 360 graus. (Clique para começar a viagem). O local escolhido para estrear essa nova ferramenta – que permite ao internauta olhar para todos os lados e até dar zoom nas paisagens – foi a rodovia BR-319, que liga Porto Velho a Manaus. Construída na década de 1970, a estrada tem um longo trecho abandonado e hoje corta um dos trechos mais preservados do planeta.
Para ajudar o leitor a viajar pela Amazônia, o hotsite conta com um mapa que mostra onde cada paisagem foi registrada. Dentro das imagens também é possível clicar em botões que passam para a próxima foto, em um "tour virtual".
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Agende-se para o Setembro Verde(Fonte das informações: Planeta Sustentável)
A partir do dia 1 do próximo mês, a Matilha Cultural promove eventos socioambientais gratuitos no centro de São Paulo. A programação prevê mostra de documentários - entre eles, "Home", e palestras de ONGs e movimentos sociais.
Como primeira iniciativa de cunho sustentável, a entidade independente Matilha Cultural realiza o Setembro Verde, uma série de atividades gratuitas que acontece a partir do dia 1º de setembro, no centro de São Paulo. Uma das maiores atrações é a exibição do filme “Home – nosso planeta, nossa casa”, em parceria com o Consulado Francês, na abertura do evento.
A partir do dia 8, o filme dirigido pelo francês Yann Arthus-Bertrand e produzido por Luc Besson com imagens de 54 países terá sessões até o final do mês, com agenda especial para escolas e grupos organizados. “Home“ é um projeto sem fins lucrativos que pretende conscientizar seus telespectadores sobre as atuais condições naturais do planeta, que estreou em 5 de junho, Dia Mundial do meio Ambiente, em 126 países.
Com duração de um mês, o Setembro Verde vai promover, ainda, performances e palestras com cerca de 20 ONGs e coletivos sociais que, na primeira semana, terão como tema Amazônia, Mudanças Climáticas, Oceanos e Mobilização em Rede.
Além disso, serão realizados workshops com músicos participantes do festival de música eletrônica Ecosystem, que terá sua quinta edição, no dia 5 de setembro, na Casa das Caldeiras, em São Paulo. Esta é a quinta edição do Ecosystem, criado em 2001, em Manaus, que inovou ao incluir critérios ambientais em sua produção.
A Matilha Cultural informa que está adotando critérios socioambientais para selecionar fornecedores e parceiros e adotando medidas para reduzir os impactos ambientais de sua operação, como neutralização das emissões de gases estufa decorrentes da operação do espaço, política de lixo zero e utilização de materiais reciclados, recicláveis e biodegradáveis. Veja a programação.
Setembro Verde
Onde: Matilha Cultural - Rua Rego Freitas, 542
Quando: a partir do dia 1º
Telefone: (11) 3256-2636
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Povos Indígenas da Amazônia, Karajá
(Fonte: Portal Amazônia)
Origem mítica do povo Karajá
Conta a lenda que os Karajá viviam no fundo do rio Berorõdy (rio Araguaia). Certo dia descobriram um buraco e resolveram ver o que tinha do outro lado. Uma família saiu, viu a terra, as árvores, frutas, pássaros e animais. Voltou para contar o que viu e foi para a superfície. Koboí decidiu sair mais era muito gordo e não conseguiu passar. Os que saíram são conhecidos como Karajá, mas se auto-denominam Iny. História Antes de 1500, os Karajá subiram o rio Araguaia, migraram entre outros motivos, devido às invasões de seu território e confrontos com outras etnias. A migração sazonal levou os Karajá para várias regiões até conquistarem o território onde vivem, nas aldeias da Ilha do Bananal, de Xambioá, Mato Grosso e Pará, às margens do rio Araguaia. Durante os séculos XVII e XVIII o contato com as expedições dos paulistas provocou muitos conflitos. Os Karajá aceitaram a paz no final do último século e foram viver nos aldeamentos junto a outras etnias, entre elas, Xerente e Caiapó. Essa junção não deu certo e os Karajá voltaram para suas praias, doentes e com a população reduzida. Portal Amazônia 07.11.2005-GC
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009

FLIMT - Feira do Livro Indígena de MT
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Marula (2) e Licor de Amarula
Nome científico: Sclerocarya birrea subsp Caffra (Sond.) - Família: Anacardiaceae.
Origem e dispersão: É uma frutífera do Sul da África. Distribuída de Natal (África do Sul) até a Etiópia e Sudão. Considerada como uma das mais antigas em utilização pelo homem, ou seja, há cerca de 10 mil anos.
Clima e solo: A sua principal característica é a resistência à seca, com produção muito grande e possibilidade de utilização tanto ao natural, como da noz, contida dentro da semente.
Propagação: Por sementes, que são fibrosas, biloculares, às vezes, triloculares, com um ou mais embrião por semente.
Variedades: Há diferentes tipos de frutos.
Utilização: Consumida ao natural, após retirar a casca e por sucção do suco ou mucilagem. A bebida alcóolica é licor feito por fermentação da sua polpa ou suco. Tem usos como medicinal e a madeira em móveis ou peças de artesanato.
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Desta árvore mística e procurada, nasce o Licor de Amarula (Amarula Cream).
(Fonte das informações)
A fruta madura é colhida e a polpa removida da casca. À medida que as marulas amadurecem, os habitantes locais as colhem e as entregam à fábrica de marula ou centros locais de coleta. O pagamento é efetuado individualmente por cada quilo entrega.
A fruta é selecionada em uma correia de classificação, sendo que a fruta estragada é descartada e a fruta verde é armazenada até amadurecer. No tanque de remoção de caroço, lâminas giratórias separam a polpa do caroço duro. A polpa resultante e os caroços são então separados. A polpa de marula é então bombeada para tanques de resfriamento de aço inoxidável, onde é mantida sob temperatura constante de - 8° C para evitar fermentação. A polpa é então transportada em tanques, matendo uma temperatura constante de menos 8° C, para o celeiro da Distell em Stellenbosch.
No celeiro, a polpa é transferida para tanques de fermentação, onde uma cultura de levedura pura é inoculada na polpa para iniciar o processo de fermentação. As condições são semelhantes às da fabricação do vinho.
Uma vez totalmente fermentado, o vinho transparente de marula é transferido para a destilaria. Os sólidos da fruta são comprimidos para extrair todo o suco e então destilados para liberar o aroma de fruta da marula, que é adicionado ao vinho de marula.
Durante a fermentação, que é efetuada a 18° C - 20° C, o açúcar natural da fruta presente na marula é convertido em álcool, o que leva de sete a dez dias. Durante este estágio as partículas sólidas de fruta decantam para o fundo dos tanques.
O vinho de marula é destilado em potes de cobre para produzir a bebida de marula com sabor característico, que é então maturada em carvalho por dois anos em pequenos barris de carvalho.
Após dois anos de maturação, a etapa final na criação do Amarula Cream é a mistura do licor com o creme fresco mais fino, até que uma consistência uniforme seja obtida. O processo de transformação em creme é do mais alto padrão, resultando em um produto cremoso que é deliciosamente rico e suave, com um conteúdo de álcool de 17%.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Faxina na Floresta
(*Devido a uma pane no computador florestal, a Ursa perdeu muitos arquivos, e-mails e programas. Nesses dias, precisou fazer uma limpeza e arrumação geral no micro).
E falando em arrumação...
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Saúvas fazem 'faxina' antes de levar folhas para o formigueiro
Comportamento nunca antes visto foi detectado por pesquisadores brasileiros.
Folhas alimentam o fungo que serve de comida para a colônia de formigas.
(Fonte das informações: blog Bio Wilson )
Em um daqueles acasos que só acontece nos laboratórios, pesquisadores brasileiros descobriram um comportamento para lá de curioso nas formigas saúvas. Como ensina toda mãe dedicada, elas fazem uma 'faxina' nas folhas antes de levá-las para o ninho.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Brincadeiras indígenas
Conheça alguns jogos e brincadeiras usados pelos índios brasileiros!
(Fonte das informações: Ciência Hoje das crianças - por Cathia Abreu)
Em busca de autênticos jogos indígenas como esse, os pesquisadores do projeto brasileiro visitaram oito aldeias indígenas e catalogaram muitas brincadeiras. Entre elas, o quebra-cabeça, dos índios Canela, no Maranhão; o jogo de dado, dos Pareci, no Mato Grosso e o jogo da banana, dos Ticuna, no Amazonas.
O Poï Aru Nhagü, como é conhecido o jogo da banana entre os Ticuna, tem características que lembram a queimada. Diante de uma pilha de rodelas de banana, duas duplas se confrontam: uma tenta impedir que a outra derrube as rodelas da fruta Ao mesmo tempo, outros participantes, que estão ao redor e se dividem entre os que querem defender a pilha de bananas e os que querem derrubá-la, procuram atingir os adversários com uma bola feita com pedaços de pano, para eliminá-los.
Além de jogos como o da banana, a visita às aldeias revelou também brinquedos fabricados pelos próprios índios, como piões feitos de frutas e varas de bambu ou zunidores, que são uma espécie de disco feito com o fundo de uma cabaça (a casca muito dura de frutos); para brincar com o zunidor, basta girá-lo, o disco emite um som próprio. Também feitos pelos índios, os bilboquês são brinquedos formados de uma bola, com um furo no fundo, ligada por uma corda a um pequeno bastão de madeira. Para brincar, basta jogar a bola para o alto e tentar encaixá-la no bastão. Além disso, os pesquisadores encontraram também dobraduras feitas de folhas de uma planta chamada buriti que representam animais e petecas confeccionadas nas aldeias.


