sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Floresta tem sua exuberância ameaçada pela ocupação desordenada Scot Martin/Harvard School of Engineering and Applied Sciences
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/mudancas-climaticas-devem-fazer-amazonia-emitir-carbono-3707417#ixzz1jyh9Owzy
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Mudanças Climáticas devem fazer Amazônia emitir carbono
A ocupação desordenada da Amazônia compromete a qualidade dos rios, altera a quantidade de radiação solar que chega ao solo e, principalmente, compromete o maior depósito de carbono da planeta. Estes sintomas preocupantes, coletados nos últimos 20 anos, foram destrinchados em artigo publicado pela "Nature". Segundo o levantamento, nos anos de 2005 e 2010 a floresta deixou de cumprir sua função histórica de sequestrar gases-estufa e passou a liberá-los na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. A transformação deveu-se à estiagem que acometeu a região — e que, segundo os modelos climáticos, ocorrerá com frequência crescente.
Assinado por pesquisadores do Programa LBA (o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia), o trabalho culpa o processo desordenado de expansão da fronteira agrícola por mudanças naquele ecossistema. Em partes da floresta, principalmente no Mato Grosso e no sul do Pará, os estragos causados pelo homem já seriam irreversíveis, a despeito do mecanismo de autodefesa desenvolvido pelo bioma.
— A Amazônia, ao longo de sua evolução, fez de tudo para estabilizar suas condições ecológicas — conta Paulo Artaxo, presidente do Comitê Científico internacional do LBA. — Se estiver seca demais, por exemplo, a floresta pode aumentar sua evaporação e, consequentemente, o volume de chuvas. Mas esses mecanismos têm um limite, e já teríamos chegado a esta marca em algumas áreas.
A estabilidade natural é particularmente comprometida pelas grandes estiagens, quando as queimadas aumentam a mortalidade de árvores. Vale lembrar que a vegetação do bioma guarda 100 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a dez anos de emissões de combustíveis fósseis. Quanto maior a flora queimada, mais gases-estufa liberados — elevando, assim, a temperatura global.
Apenas 13 radares em toda a mata
Em 2005 e 2010, a floresta perdeu para a atmosfera cerca de uma tonelada de carbono por hectare. Nos anos sem seca, a Amazônia absorve 0,5 tonelada do gás por hectare — uma quantidade menor do que se pensava. Ainda assim, restringe o aumento da temperatura do planeta.
— As mudanças climáticas estão interagindo com o desmatamento, aumentando a tensão sobre a floresta — alerta Eric A. Davidson, cientista sênior do Woods Hole Research Center, nos EUA, e autor principal do artigo publicado pela "Nature". — As fontes de combustão são maiores onde se criaram pastagens. Embora seja encorajador ver as taxas de desflorestamento caírem, ainda nos preocupamos com a elevada incidência de fogo. Esta fumaça afeta a saúde humana, a formação de gotas de chuva e, por isso, o clima.
A floresta não é afetada integralmente da mesma forma. Sua fração leste experimenta uma estação de seca todos os anos, reforçada em períodos de El Niño. As espécies de plantas lá encontradas adaptaram-se para aguentar uma estiagem moderada por um certo período. Os solos profundos em diversas regiões fornecem armazenamento de água suficiente para que as árvores extraiam água durante um ou dois anos sem precipitações. No entanto, o levantamento avaliou que uma parte do bioma, isolada para um experimento, não aguentou três anos com baixa quantidade de chuvas. Em outras palavras, a vegetação dificilmente resistiria a uma mudança climática mais severa.
Não é uma possibilidade remota, considerando a velocidade com que a Amazônia tem sido ocupada. Em 1960, a população no bioma era de 6 milhões; em 2010, pulou para 25 milhões.
— O processo desordenado de ocupação da floresta começou no fim dos anos 1970, e seus efeitos têm sido muito extensos — lamenta Artaxo. — Mas ainda não é possível concluir se o bioma passará por um processo de desertificação. Isso depende de inúmeros fatores, como a circulação atmosférica global e a mudança no fluxo d'água do Atlântico tropical para a selva.
O estudo das transformações climáticas da Amazônia esbarra em alguns poréns. O maior deles é a limitação de recursos e logística. Em todo o bioma, que se espalha por 5,5 milhões de quilômetros quadrados, há apenas 13 pontos de observação ambiental.
Artaxo defende a criação de um sistema que, além de criar novas redes, misture sensoriamento remoto com observações de campo, dando a floresta a importância que ela merece: a de uma região cuja saúde seja vista como um programa estratégico para o país.
— O Brasil está avaliando como o ecossistema pode ser transformado por políticas inadequadas de ocupação de solo — ressalta. — No entanto, a Amazônia, mesmo com todo o poder de absorver carbono, não salvará sozinha o mundo. O aquecimento será um problema enquanto o mundo não controlar a emissão de combustíveis fósseis.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Hoje, recebi um lindo material indígena de presente da minha amiga Ana de Toledo
Convido, então, vocês a visitarem a exposição: A Presença do Invisível - Vida Cotidiana e Ritual entre os Povos indígenas do Oiapoque
No Museu do Índio: Rua das Palmeiras, 55 - Botafogo, RJ
Clique aqui para visitar o site da exposição
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Meninos Awá-Guajá (Fonte da imagem: blog de Claudio Maranhão)
Lideranças denunciam assassinato de criança indígena Awá-Guajá na Terra Indígena Araribóia
(Fonte: CIMI)
Lideranças indígenas do povo Guajajara da aldeia Zutiwa, Terra Indígena Araribóia, no Maranhão, denunciam o assassinato de uma criança Awá-Guajá que pertencia a um grupo em situação de isolamento.
O corpo foi encontrado carbonizado em outubro do ano passado num acampamento abandonado pelos Awá isolados, a cerca de 20 quilômetrosda aldeia Patizal do povo Tenetehara, região localizada no município de Arame (MA). A Fundação Nacional do Índio (Funai) foi informada do episódio em novembro e nenhuma investigação do caso está em curso.
As suspeitas dão conta de que um ataque tenha ocorrido entre setembro e outubro contra o acampamento dos indígenas isolados. Clovis Tenetehara costumava ver os Awá-Guajá isolados durante caçadas na mata. No entanto, deixou de encontrá-los logo que localizou um acampamento com sinais de incêndio e os restos mortais de uma criança.
“Depois disso não foi mais visto o grupo isolado. Nesse período os madeireiros estavam lá. Eram muitos. Agora desapareceram. Não foram mais lá. Até para nós é perigoso andar, imagine para os isolados”, diz Luís Carlos Tenetehara, da aldeia Patizal. Os indígenas acreditam que o grupo isolado tenha se dispersado para outros pontos da Terra Indígena Araribóia temendo novos ataques.
Conforme relatam os Tenetehara, nos últimos anos a ação de madeireiros na região tem feito com que os Awá isolados migrem do centro do território indígena para suas periferias, ficando cada vez mais expostos aos contatos violentos com a sociedade envolvente. Além disso, a floresta tem sido devastada pela retirada da madeira também colocando em risco a subsistência do grupo, essencialmente coletor.
Estima-se que existam três grupos isolados na Terra Indígena Araribóia, num total de 60 indígenas. Os Tenetehara conservam relação amistosa e afastada com os isolados, pois dividem o mesmo território.
Denúncias antigas
“A situação é denunciada há muito tempo. Tem se tornado frequente a presença desses grupos de madeireiros colocando em risco os indígenas isolados. Nenhuma medida concreta foi tomada para proteger esses povos”, diz Rosimeire Diniz, coordenadora do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no Maranhão.
Para a missionária, confirmar a presença de isolados implica na tomada de medidas de proteção por parte das autoridades competentes. Rosimeire aponta a situação como de extrema gravidade e que não é possível continuar assistindo situações de violência relatas por indígenas.
Durante o ano passado, indígenas Awá-Guajá foram atacados por madeireiros enquanto retiravam mel dentro da terra indígena e os Tenetehara relatam a presença constante dos madeireiros, além de ameaças e ataques. “Não andamos livremente na mata que é nossa porque eles estão lá, retirando madeira e nos ameaçando”, encerra Luiz Carlos.
Lideranças denunciam assassinato de criança indígena Awá-Guajá na Terra Indígena Araribóia
(Fonte: CIMI)
Lideranças indígenas do povo Guajajara da aldeia Zutiwa, Terra Indígena Araribóia, no Maranhão, denunciam o assassinato de uma criança Awá-Guajá que pertencia a um grupo em situação de isolamento.
O corpo foi encontrado carbonizado em outubro do ano passado num acampamento abandonado pelos Awá isolados, a cerca de 20 quilômetrosda aldeia Patizal do povo Tenetehara, região localizada no município de Arame (MA). A Fundação Nacional do Índio (Funai) foi informada do episódio em novembro e nenhuma investigação do caso está em curso.
As suspeitas dão conta de que um ataque tenha ocorrido entre setembro e outubro contra o acampamento dos indígenas isolados. Clovis Tenetehara costumava ver os Awá-Guajá isolados durante caçadas na mata. No entanto, deixou de encontrá-los logo que localizou um acampamento com sinais de incêndio e os restos mortais de uma criança.
“Depois disso não foi mais visto o grupo isolado. Nesse período os madeireiros estavam lá. Eram muitos. Agora desapareceram. Não foram mais lá. Até para nós é perigoso andar, imagine para os isolados”, diz Luís Carlos Tenetehara, da aldeia Patizal. Os indígenas acreditam que o grupo isolado tenha se dispersado para outros pontos da Terra Indígena Araribóia temendo novos ataques.
Conforme relatam os Tenetehara, nos últimos anos a ação de madeireiros na região tem feito com que os Awá isolados migrem do centro do território indígena para suas periferias, ficando cada vez mais expostos aos contatos violentos com a sociedade envolvente. Além disso, a floresta tem sido devastada pela retirada da madeira também colocando em risco a subsistência do grupo, essencialmente coletor.
Estima-se que existam três grupos isolados na Terra Indígena Araribóia, num total de 60 indígenas. Os Tenetehara conservam relação amistosa e afastada com os isolados, pois dividem o mesmo território.
Denúncias antigas
“A situação é denunciada há muito tempo. Tem se tornado frequente a presença desses grupos de madeireiros colocando em risco os indígenas isolados. Nenhuma medida concreta foi tomada para proteger esses povos”, diz Rosimeire Diniz, coordenadora do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no Maranhão.
Para a missionária, confirmar a presença de isolados implica na tomada de medidas de proteção por parte das autoridades competentes. Rosimeire aponta a situação como de extrema gravidade e que não é possível continuar assistindo situações de violência relatas por indígenas.
Durante o ano passado, indígenas Awá-Guajá foram atacados por madeireiros enquanto retiravam mel dentro da terra indígena e os Tenetehara relatam a presença constante dos madeireiros, além de ameaças e ataques. “Não andamos livremente na mata que é nossa porque eles estão lá, retirando madeira e nos ameaçando”, encerra Luiz Carlos.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Arma letal: O parasita da mosca Apocephalus borealis (marcado no círculo da foto) é visto sobre uma abelha.(Fonte da imagem)
Descoberto um parasita da mosca que transforma as abelhas em zumbis
(Fonte: JB on line)
Os investigadores detectaram um parasita da mosca que faz as abelhas domésticas abandonarem suas colmeias, as deixa desorientadas e provoca sua morte, segundo um estudo publicado na última edição da revista PLoS ONE.
Este problema foi observado pela primeira vez no campus da Universidade do Estado em San Francisco (oeste dos Estados Unidos).
Segundo os entomologistas, esta parasita pode ajudar no avanço das pesquisas para determinar as causas do desaparecimento maciço das abelhas, um fenômeno conhecido como "desordem de colapso de colônia ou CCD".
Este misterioso fenômeno surgido em 2006 dizimou as populações de abelhas domésticas nos Estados Unidos, que têm um papel essencial para preservar as colheitas que dependem de sua polinização.
Essas produções, em especial as frutas e certos legumes, representam vendas de 15 bilhões de dólares por ano e significam um terço da alimentação humana.
Até o momento, este parasita da mosca, denominado Apocephalus borealis, foi encontrado apenas nas abelhas domésticas da Califórnia e Dakota do Sul, segundo John Hafernick, professor de biologia na Universidade do Estado, um dos autores desta investigação publicada na edição de 3 de janeiro da revista PLoS ONE.
Mas Hafernick adverte sobre o risco de que se trate de um parasita emergente que "poderá ameaçar as colmeias de todos os Estados Unidos devido ao grande número de Estados atravessados pelos apicultores profissionais com suas colmeias para polinizar as colheitas".
A infecção de uma colmeia começa quando uma mosca deposita seus ovos no abdômen de uma abelha.
Uma vez infectada por parasitas, as abelhas abandonam suas colmeias para se reunir perto de fontes de luz.
"Observamos que as abelhas infectadas começam a dar voltas sem nenhum sentido ou orientação", explicou Andrew Core, pesquisador da Universidade do Estado, o principal autor destes estudos.
A maioria das abelhas morre normalmente no lugar onde param e, às vezes, se encolhe antes de morrer", acrescentou.
Descoberto um parasita da mosca que transforma as abelhas em zumbis
(Fonte: JB on line)
Os investigadores detectaram um parasita da mosca que faz as abelhas domésticas abandonarem suas colmeias, as deixa desorientadas e provoca sua morte, segundo um estudo publicado na última edição da revista PLoS ONE.
Este problema foi observado pela primeira vez no campus da Universidade do Estado em San Francisco (oeste dos Estados Unidos).
Segundo os entomologistas, esta parasita pode ajudar no avanço das pesquisas para determinar as causas do desaparecimento maciço das abelhas, um fenômeno conhecido como "desordem de colapso de colônia ou CCD".
Este misterioso fenômeno surgido em 2006 dizimou as populações de abelhas domésticas nos Estados Unidos, que têm um papel essencial para preservar as colheitas que dependem de sua polinização.
Essas produções, em especial as frutas e certos legumes, representam vendas de 15 bilhões de dólares por ano e significam um terço da alimentação humana.
Até o momento, este parasita da mosca, denominado Apocephalus borealis, foi encontrado apenas nas abelhas domésticas da Califórnia e Dakota do Sul, segundo John Hafernick, professor de biologia na Universidade do Estado, um dos autores desta investigação publicada na edição de 3 de janeiro da revista PLoS ONE.
Mas Hafernick adverte sobre o risco de que se trate de um parasita emergente que "poderá ameaçar as colmeias de todos os Estados Unidos devido ao grande número de Estados atravessados pelos apicultores profissionais com suas colmeias para polinizar as colheitas".
A infecção de uma colmeia começa quando uma mosca deposita seus ovos no abdômen de uma abelha.
Uma vez infectada por parasitas, as abelhas abandonam suas colmeias para se reunir perto de fontes de luz.
"Observamos que as abelhas infectadas começam a dar voltas sem nenhum sentido ou orientação", explicou Andrew Core, pesquisador da Universidade do Estado, o principal autor destes estudos.
A maioria das abelhas morre normalmente no lugar onde param e, às vezes, se encolhe antes de morrer", acrescentou.
sábado, 17 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL INDÍGENA
(Fonte: Índios on line)
"A renovação do nosso espírito, e a satisfação da vida material, se dá com o nascer do sol: com uma planta que nasce, com o brotar da flor, com o aparecimento do fruto, com cada folha que renova, com o canto dos pássaros, com as matas povoadas de animais, com o encanto das florestas, com os rios, lagos, ou lagoas cheios de peixes, com o barulho das cachoeiras, com a água pura que mata a nossa sede, e que nos banha, com as nossas roças produzindo alimentos, para saciar nossa necessidade de perpetuação, com o entardecer, com a lua que surge para nos encantar, com as estrelas, que servem para nos guiar, com o novo amanhecer, com o nascer de uma criança, com o respeito e, o cuidado com os nossos semelhantes, com o direito de viver, e, com a nossa partida para o mundo espiritual. Enfim, com o amor e a proteção que nos relacionamos com a Mãe Natureza.
Somos parte da Terra, pedaços de torrões!
Não queremos um Natal e Próspero Ano Novo, que é medido de ano em ano, onde as pessoas são levadas a acreditarem que é só nesses momentos, que o espírito precisa de renovação e paz, que se redime de todos os tipos de atrocidades cometidos ao longo de um ano, que deve se colocar a melhor roupa, o melhor sapato, ter o melhor alimento, amar, sonhar, tolerar, perdoar, presentear, reunir os membros da família, e que depois de passado surgem as incertezas, o desespero, o egoísmo, o orgulho, a prepotência, a vaidade, o rancor, o ódio, a desesperança, a ganância, a sede do poder, a cegueira, a desilusão etc..;. Que transforma o homem, em um ser avilte.
Não queremos um Feliz Natal, e um Próspero Ano Novo de quem faz parte de um Sistema, ou aceita ser dominado por conveniência, e que deixa seus próprios irmãos: com fome, com sede, sem teto, sem pátria, sem direito a uma boa educação, à saúde, a um trabalho digno, sem acesso ao conhecimento dos direitos e deveres de cidadania, sem rosto e sem voz, que fomentam a guerra (a disputa e a discórdia),
Queremos sim, comungar sempre, com aqueles, que enxergam a humanidade como um todo, que não precisam de retórica, e nem se dizem intelectuais para seduzir e enganar seus irmãos, que não possuem olhos vendados, e que tem a plena consciência de que somos todos iguais perante a Natureza. A diferença é unicamente cultural. E, acima de tudo possuem a consciência de que precisamos preservar e cuidar do meio em que vivemos, se deseja para nossas futuras gerações uma vida digna!"
Yakuy Tupinambá
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Leaproach jumping in slow motion
VEJA PULO DE BARATA SALTADORA ENCONTRADA NA ÁFRICA DO SUL
(Fonte)
(Fonte)
Um novo tipo de barata, encontrada na Cidade do Cabo (África do Sul), tem a capacidade de dar grandes saltos como nenhuma das outras 4.000 espécies conhecidas cientificamente.
O inseto recebeu o nome de Saltoblattella montistabularis e pula a uma distância equivalente a 50 vezes o seu comprimento. Ele mede apenas 1 centímetro, mas é um feito e tanto quando se considera o tamanho do corpo e a distância alcançada.
O autor do achado é o zoólogo Mike Picker, da Universidade da Cidade do Cabo. Sua descoberta está descrita na última edição da revista da Royal Society, a "Biology Letters".
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
10 jeitos de usar papel alumínio
(Fonte: mdemulher)
O papel mais popular que existe na cozinha tem mais utilizade do que apenas ir ao forno. Nós, do Arteblog vamos ensinar outras 10 utilizações para esse material.
Afiar tesoura e faca
– O papel alumínio pode ajudar você a recuperar aquela tesoura ‘cega’ que há tempos está jogada de lado. Pegue um pedaço de papel, amasse e use a tesoura para cortar o papel. Repita o processo até 10 vezes, sua tesoura ou faca irá cortar tudo.
Adeus goteira
– Apareceu uma goteira e não tem como arrumar no momento?
Cubra o furo com papel alumínio. Como ele é impermeável e moldável, irá segurar se a chuva chegar.
Sem cheiro forte na geladeira
– Ninguém gosta de abrir a geladeira e sentir aquele cheiro forte da cebola que não foi usada, não é? Então cubra a cebola com filme plástico e depois com uma folha de papel alumínio. Além do cheiro não sair, a cebola manterá sua umidade como se tivesse sido cortada no ato que for usar.
Economize ferro
– Quer economizar ferro de passar, energia e suas mãos? Cubra a mesa de passar roupa com papel alumínio deixando a parte brilhante para cima. Por cima do papel coloque um lençol ou tecido de algodão. O alumínio irá refletir o calor e só de passar um lado da roupa o outro já ficará liso também.
Sem veda-rosca
– o parafuso ou a porca não estão bem encaixados? Enrole papel alumínio. Ele fará a pressão necessária para que fique tudo bem preso.
Achamos a resposta
– Se você, como muitas pessoas, sempre se pergunta qual o lado do papel alumínio que se deve deixar em contato com os alimentos que vão ao forno, não se preocupe mais! Nós achamos a resposta! O lado correto é o lado mais brilhante por ser também a parte mais lisa. Assim a carne não irá grudar e tudo ficará bem assado.
Na maior limpeza
– Pouca gente usa mas o papel alumínio realmente serve como um ótimo protetor de sujeira no forno e no fogão. Forre o forno e fogão com ele sempre que for assar, fritar ou fazer algo que possa suja-lo.
Fruta fora da geladeira durando muito
– O papel alumínio conserva a umidade natural das frutas, então se não quer mantê-las dentro da geladeira você pode envolve-las em papel alumínio que sua duração será tanto quanto se elas
estivessem na refrigeração.
Limpa sujeira difícil
– Grudou no fundo da panela ou na assadeira e não sai? Amasse um pedaço de papel alumínio e esfregue. A sujeira irá se soltar com facilidade.
Cone multiuso
– Precisa de um funil ou mesmo de um saco para confeitar? Faça com o papel alumínio. Ele é moldável e impermeável, assim ganha qualquer formato e não suja suas mãos.
domingo, 6 de novembro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Uma baleia beluga macho cruzou os EUA de avião para encontrar duas fêmeas de sua espécie.
(Fonte: F5.Folha.UOL)
DE SÃO PAULO
Naluark pesa uma tonelada e deixou o aquário de Chicago rumo à cidade de Mystic, em Connecticut, na costa Leste do país. A cidades estão separadas por 1.500 km.
A viagem até Mystic envolveu dois caminhões e um voo fretado, no qual Naluark ficou suspenso dentro de um container cheio de água.As autoridades do aquário dizem que ele já teve contato com as outras baleias na segunda-feira (24).As duas belugas foram escolhidas como potenciais namoradas de Naluark porque nunca deram à luz.A espécie está ameaçada de extinção desde 2008.
A viagem até Mystic envolveu dois caminhões e um voo fretado, no qual Naluark ficou suspenso dentro de um container cheio de água.As autoridades do aquário dizem que ele já teve contato com as outras baleias na segunda-feira (24).As duas belugas foram escolhidas como potenciais namoradas de Naluark porque nunca deram à luz.A espécie está ameaçada de extinção desde 2008.
domingo, 23 de outubro de 2011
Urutau
O urutau é uma ave, da família da coruja, que possui muitas lendas urbanas.
Lenda do Urutau (Tupi-Guarani):
Há mil anos atrás, existia uma índia guarani chamada Nheambiú que era filha do cacique. Um certo dia, ela foi passear na floresta e conheceu um guerreiro tupi de nome Cuimbaé. Assim os dois se apaixonaram e começaram a namorar às escondidas. O problema é que, naquela época as duas tribos eram inimigas.
Uma vez durante uma briga, Cuimbaé virou prisioneiro dos tupis. Quando Nheambiú soube disto pediu para o cacique uma permissão para se casar com seu amado. Mas ele não deixou. Por isto Nehambiú ficou triste e saiu da taba. No meio do caminho a jovem encontrou um pajé que não era nem tupi e nem guarani. Ele disse que se a moça tomasse uma poção mágica e fosse para o coração da floresta, ela encontraria seu amado e se casaria com ele, mas isto custaria um preço muito caro. Mesmo assim Nheambiú aceitou o trato.
Porém, quando o cacique soube que sua filha tinha desaparecido pediu para que os índios procurassem a donzela. Os guerreiros acharam a índia no formato de uma estátua de pedra. Quando o cacique tocou em sua filha, a moça virou uma espécie de coruja parda e saiu voando. Assim os índios batizaram aquele bicho de urutau, que seria uma junção da palavras tupis: guyra, que significa ave, com táu que quer dizer fantasma.Diz a lenda que este bicho chora quando a Lua aparece no céu em busca de seu grande amor.
______________________
(Fonte das informações)
(Fonte das informações)
O Urutau é um pássaro solitário e de hábitos noturnos que dificilmente se deixa ver. Habita a região norte e nordeste da Argentina, as matas do Paraguai, o Norte do Uruguai e o Brasil, onde lhe são atribuídos vários nomes: Jurutaui na região amazônica; Ibijouguaçú entre os Tupis e Mãe-da-Lua entre os mineiros. Estas designações correspondem a diversas regiões lingüísticas: à dos tupis e guaranis e à do idioma quíchua.Pousado na ponta de um galho seco, fitando a lua e estremecendo a calada da noite, emite um canto bruxuleante que mais parece um lamento humano. Tem uma cabeça chata, olhos grandes e muito vivos, a boca rasgada de tal forma que os seus ângulos alcançam a região posterior dos olhos. A sua cor parda em tons de canela com riscas transversais e escuras permite-lhe adaptar-se perfeitamente ao galho da árvore, passando completamente despercebida. Este seu disfarce associado a uma perfeita imobilidade protegem-na dos seus predadores e permitem-lhe caçar as suas presas (besouros e borboletas) com uma grande facilidade.O seu grito é, provavelmente, o mais pavoroso de quantos se conhecem no mundo das aves. Em forma de “hu-hu-hu”, que se faz ouvir após o anoitecer, procura, a solidão mais espessa dos bosques, de onde faz desprender a sua voz cheia de lamentos. Para muitos, a sua voz é semelhante ao clamoroso lamento de uma mulher que termina com amortecidos “ais”. O seu canto provoca, portanto, espanto e piedade aos que possam ouvi-lo e é também fantasmagórico. “Meu filho foi, foi, foi” – interpreta o povo. A par da voz queixosa e plangente, uma quase invisibilidade, confere-lhe o caráter de um ente misterioso. Muitos não o tomam por uma verdadeira ave, mas sim por um ser fantástico, inacessível à mão e aos olhos humanos. Já outros, porém, não duvidam de sua existência, mas consideram-no como um ente enigmático e superior, dotado de muitas qualidades fora das leis naturais, entre elas, o preservar das seduções e a pureza das jovens moças.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
FLIPORTO DIGITAL 2011 - Eliane Garcia - CONCORRENTE 5˚ Prêmio Internaci...
FLIPORTO DIGITAL 2011 - poema da minha amiga Maira Parula e video de Eliane Garcia - CONCORRENTE 5˚ Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Depois de ter participado do Forum de Sustentabilidade direcionado para empresários, o cineasta canadense James Cameron foi convidado para conhecer a realidade de povos indígenas ameaçados pela construção da hidroelétrica de Belo Monte. Pessoas questionam o fato de um "gringo" assumir essa luta. Do ponto de vista dos indígenas muitos brasileiros e inclusive a presidenta Dilma são considerados mais "gringos" que Cameron.
(Fonte da imagem e das informações: Blog Por trás das Lentes - de Rodrigo Baleia)
domingo, 2 de outubro de 2011
XI JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS
(Fonte das informações: Lista de Literatura Indígena)
Nos dias 08 a 15 de outubro, na cidade de Porto Nacional, em Tocantins.
(Fonte das informações: Lista de Literatura Indígena)
Nos dias 08 a 15 de outubro, na cidade de Porto Nacional, em Tocantins.
Serão mais de 1.400 indígenas e 38 povos do Brasil.
Assistam no link abaixo uma amostra desse trabalho do Comitê Intertribal - ITC, de iniciativa indígena, com apoio do Ministério do Esporte.
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