terça-feira, 6 de março de 2007

A lenda da vitória-régia
(Fonte)
Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse.
E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista.
A lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória-Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.
Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.

5 comentários:

Maria Clarinda disse...

Linda a lenda! Eu ainda cheguei a ver uma peça infantil na globo sobre ela.
Jhs mil

Anônimo disse...

Nunca acho e-mail p/ contatos nos blogs. Eu tenho um site p/ estudantes e profissionais de biologia www.bluelife.bio.br e gostei do seu blog. Faço um convite para ser uma "colunista" no site, escreva p/ trematodeo@gmail.com

obs.: por favor mesmo que não tenha interesse me escreva p/ saber que leu esta msg.

obrigado
Fausto

luma disse...

Não conhecia a lenda. Poesia para relatar tragédias e explicações para origem das coisas.
Beijus

Conceição Bernardino disse...

Olá,

Povo

Ò povo que trais sem saber
O corpo que cansada da luta não
Pode ver

Ò néscio que não tiveste
Quem a ti te ensinasse
A andar.

Ò triste que caminhas com os
Pés dos outros,
Sem saber no que estás a pisar!

Poema da autoria de LILIANA BARRETO do LIVRO POISEIS II

Desejo-te uma bela semana, na companhia deste belo poema que encantou os sentidos.

Beijinhos ConceiçãoB
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

Angela Ursa disse...

Maria Clarinda, eu adoro as vitórias-régias. No Rio de Janeiro, em determinadas épocas, a gente podia ver vitórias-régias no Jardim Botânico. Beijos da Ursa!

Fausto, obrigada pela visita e o convite! Já enviei resposta para você por e-mail. Abraços florestais!

Luma, as lendas indígenas são muito bonitas. Beijos!

Conceição, agradeço pelo poema e a sua visita. Beijos da Ursa :))