

A renovação do nosso espírito, e a satisfação da vida material, se dá com o nascer do sol: com uma planta que nasce, com o brotar da flor, com o aparecimento do fruto, com cada folha que renova, com o canto dos pássaros, com as matas povoadas de animais, com o encanto das florestas, com os rios, lagos, ou lagoas cheios de peixes, com o barulho das cachoeiras, com a água pura que mata a nossa sede, e que nos banha, com as nossas roças produzindo alimentos, para saciar nossa necessidade de perpetuação, com o entardecer, com a lua que surge para nos encantar, com as estrelas, que servem para nos guiar, com o novo amanhecer, com o nascer de uma criança, com o respeito e, o cuidado com os nossos semelhantes, com o direito de viver, e, com a nossa partida para o mundo espiritual. Enfim, com o amor e a proteção que nos relacionamos com a Mãe Natureza.
Somos parte da Terra, pedaços de torrões!
Não queremos um Natal e Próspero Ano Novo, que é medido de ano em ano, onde as pessoas são levadas a acreditarem que é só nesses momentos, que o espírito precisa de renovação e paz, que se redime de todos os tipos de atrocidades cometidos ao longo de um ano, que deve se colocar a melhor roupa, o melhor sapato, ter o melhor alimento, amar, sonhar, tolerar, perdoar, presentear, reunir os membros da família, e que depois de passado surgem as incertezas, o desespero, o egoísmo, o orgulho, a prepotência, a vaidade, o rancor, o ódio, a desesperança, a ganância, a sede do poder, a cegueira, a desilusão etc..;. Que transforma o homem, em um ser avilte.
Não queremos um Feliz Natal, e um Próspero Ano Novo de quem faz parte de um Sistema, ou aceita ser dominado por conveniência, e que deixa seus próprios irmãos: com fome, com sede, sem teto, sem pátria, sem direito a uma boa educação, à saúde, a um trabalho digno, sem acesso ao conhecimento dos direitos e deveres de cidadania, sem rosto e sem voz, que fomentam a guerra (a disputa e a discórdia),
Queremos sim, comungar sempre, com aqueles, que enxergam a humanidade como um todo, que não precisam de retórica, e nem se dizem intelectuais para seduzir e enganar seus irmãos, que não possuem olhos vendados, e que tem a plena consciência de que somos todos iguais perante a Natureza. A diferença é unicamente cultural. E, acima de tudo possuem a consciência de que precisamos preservar e cuidar do meio em que vivemos, se deseja para nossas futuras gerações uma vida digna!
Yakuy Tupinambá
Auere!
Fêmea do dragão de Komodo pode se reproduzir sem machos
LONDRES - Cientistas britânicos descobriram que as fêmeas do dragão de Komodo, maior espécie de lagarto do mundo, são capazes de se reproduzir sem ser fecundadas por um macho.
Os especialistas, que relatam sua pesquisa no número desta semana da revista científica britânica Nature, detectaram esse processo de reprodução assexuada, conhecido como partenogênese, em duas fêmeas dessa espécie em perigo de extinção, que viviam em cativeiro em dois zôos britânicos, isoladas dos machos.
A fêmea Flora, que vive no zôo de Chester (Inglaterra), pôs, em maio, vinte e cinco ovos, dos quais onze pareciam ser viáveis, sem que tivesse cruzado com um macho da espécie, que na idade adulta pode chegar a medir três metros e pesar até noventa quilos.
Oito desses onze ovos continuaram a se desenvolver normalmente, e os filhotes têm previsão de nascimento para janeiro, já que o período de incubação nessa espécie oscila entre sete e nove meses.
A fêmea Sungai, que vivia no zôo de Londres, pôs ovos dois anos e meio após seu último contato com um macho e seus filhotes, nascidos sete meses e meio depois, eram sadios.
Os cientistas, dirigidos por Phill Watts, da Universidade de Liverpool, submeteram as ninhadas das duas fêmeas a "testes de paternidade" e descobriram que o genótipo combinado geral dos filhotes reproduzia exatamente o de suas mães.
"Embora se saiba que outras espécies de lagarto realizem autofecundação, esta é a primeira vez que esse processo é identificado em um dragão de Komodo", explicou Kevin Buley, co-autor do artigo, em comunicado divulgado pelo zôo de Chester.
Na sua opinião, Flora é uma espécie de "Imaculada Conceição", já que "não é impossível que os filhotes saiam do ovo no Natal". "Estaremos atentos à presença de pastores, reis magos e a estrelas cadentes no céu sobre o Zôo de Chester", brincou.
DA ASSOCIATED PRESS
Biólogos que percorreram o rio Yangtzé, na China, declararam ontem que a espécie de boto que habita a região está "funcionalmente extinta". Após seis semanas de busca, cientistas afirmaram que o baiji, cetáceo quase cego e de pele branca que só existia naquela região, não suportou a pressão ambiental.
Os culpados foram a pesca predatória, a poluição, o tráfego de barcos e seus sonares, que atrapalha a navegação do animal.
Se for confirmada a extinção, este será o primeiro caso de um mamífero aquático aniquilado por pressão humana desde 1950, quando a foca-monge sumiu no Caribe.
Os ianomamis são a última nação indígena da região do Demene com escasso contato com o homem branco. O grupo conseguiu sobreviver relativamente afastado por seus hábitos nômades e por ocupar uma área muito distante da cidade, rio acima. As outras tribos do Demene - como os bahuana, cheriana e baniwa da nação Arauaca, foram dizimados pela escravidão e por doenças como pneumonia e sarampo, trazidas pela "civilização" branca.