
CORREIO DA URSA
Se 1 milhão de pessoas fecharem a torneira ao escovar os dentes, durante 1 mês, a água economizada seria equivalente ao que cai nas Cataratas do Iguaçu por 12 minutos.
Consuma sem consumir o mundo em que você vive.

RIO - O Instituto Estadual de Florestas (IEF) apreendeu na madrugada de domingo, em em Paraty-Mirim, 200kg de pepino-do-mar, uma espécie de equinoderma (ou holoturóide), animal marinho do mesmo tipo da estrela-do-mar e do ouriço-do-mar, que vive em grandes profundidades do oceano. O pepino-do-mar é muito utilizado na culinária japonesa e na fabricação de cosméticos.
Quatro pessoas foram autuadas por crime ambiental e terão que pagar R$ 500 por espécie retirada do mar: José Mok, de 40 anos; Tarcilho Assunção Filho, 45; Adilson José Teixeira, 38; Huang Jiexim, 38; e Jacky Chan, 44. O grupo foi flagrado quando levava a mercadoria para restaurantes de São Paulo. As detenções foram fruto de denúncia anônima.
Os 200 kg apreendidos (cerca de oito mil unidades do animal) foram incinerados nesta segunda-feira por fiscais do IEF, por falta de condições de conservação, já que são alimentos altamente perecíveis. A carga foi pescada ilegalmente num recém-criado núcleo de preservação ambiental, na Costa Verde.
- Acho que tudo é possível fazer na retirada da natureza, desde que se faça o manejo adequado. O problema é uma retirada dessas, feita de forma predatória, sem nenhum manejo, como respeito à época de reprodução e tamanho adequado - observou o presidente do IEF, Maurício Lobo.
O pepino-do-mar vive em áreas conservadas, sem poluição, e é amplamente usado na indústria de cosméticos. Segundo Lobo, muitos produtos da biodiversidade do país ainda estão sendo descobertos e uma das alternativas para estudos e comercialização é a criação em cativeiro, sem agredir a natureza.
- É importante preservar. Isso é um patrimônio não só do estado, mas de todo o Brasil”.
Essa foi a primeira apreensão de pesca predatória na região. O núcleo de Paraty-Mirim é considerado um ponto estratégico de entrada para a área de preservação ambiental do Saco do Mamanguá, que faz limite com a reserva ecológica de Joatinga. Até agora, a área estava ameaçada por invasões.

Preservemos o meio ambiente!
O Jaracé-açu pode alcançar 6 metros de comprimento e viver tanto quanto o homem (Fonte da imagem)Jacaré-açu livre da extinção
Em poucas horas, pesquisadores encontram mais de 6 mil espécimes na Amazônia
(Trecho de matéria de Andrea Guedes, publicada em 21/06/01 no site Ciência Hoje)
O jacaré-açu, maior animal do continente americano excluindo-se os oceanos, está livre de extinção. Quem afirma é o biólogo Ronis Da Silveira, doutorando em ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Em poucas horas de levantamento noturno pela bacia do rio Solimões, ele e sua equipe encontraram mais de 6 mil espécimes do Melanosuchus niger. Desde 1989, o animal está na lista de espécies brasileiras ameaçadas de extinção elaborada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Em princípio, a relação é atualizada a cada três anos. O biólogo relatou o resultado de sua pesquisa ao instituto e espera que a próxima versão seja apresentada sem o réptil.
De acordo com Ronis, que há 11 anos estuda o jacaré-açu, o risco de extinção no Brasil foi apontado a partir de pesquisas realizadas nos anos 1980. Os primeiros registros científicos do réptil foram realizados por pesquisadores europeus no final do século 19, que o encontraram em grande quantidade em várzeas (áreas alagadas dos rios de água branca).
"A espécie ocorre em basicamente toda a bacia amazônica, mas é realmente abundante somente nas áreas de várzeas", conta o biólogo. "Em outras áreas, ela ocorre naturalmente em baixas densidades, e esse fato levou os pesquisadores anteriores a mim a conclusões errôneas."
Mesmo livre da extinção, o jacaré-açu precisa ser monitorado porque é alvo de caça predatória. No Amazonas, maior produtor ilegal de carne de jacaré do mundo, esses répteis são mortos e sua carne exportada ilegalmente para a Colômbia e outros estados brasileiros. Além disso, centenas de pessoas vivem da venda dessa carne no estado, embora a lei só permita a caça de animais para subsistência (desde que não estejam em extinção). Segundo Ronis, o ideal seria trazer essas pessoas para o mercado legal com o objetivo de gerar empregos e melhorar sua qualidade de vida. A idéia é que a população ribeirinha possa, com o conhecimento empírico que tem da região, colaborar com o esforço dos pesquisadores para preservar o jacaré-açu.
PARA ASSISTIR A UM VÍDEO SOBRE O JACARÉ-AÇU, CLIQUE AQUI
Fonte da imagem (site de O Globo) - (Fernando Quevedo) - Índios mantêm ocupação do antigo Museu do ÍndioRio de Janeiro - Trinta e cinco representantes de 17 etnias indígenas ocupam o antigo prédio em ruínas do Museu do Índio, em frente ao estádio do Maracanã. O grupo reivindica a recuperação, posse e administração do espaço, desativado desde 1978, quando o museu foi transferido para o bairro de Botafogo. Os índios afirmaram que só deixarão o local depois que o governo federal se manifestar a favor da proposta.
A ocupação começou na noite de ontem (20) e o grupo de índios já conseguiu iniciar negociações com representantes da comissão do Ministério da Agricultura, que administra o espaço. Foi marcada uma reunião para as 16 horas de segunda-feira (23), a fim de analisar a questão.
O professor José Guajajara, da etnia do Maranhão, e que aos 44 anos conclui pós-graduação em Educação Indígena na Universidade Federal Fluminense (UFF), disse que há três anos os índios vinham discutindo a ocupação como forma de dar visibilidade ao movimento que cobra do governo políticas públicas para os indígenas. Entre essas políticas públicas estão a demarcação de terras e diferenciação em questões de saúde e educação.
No ano passado, essa ação seria realizada, mas os índios recuaram depois que a informação vazou para a imprensa, porque não queriam ser confundidos com invasores. “Viemos para ficar. Para isso, vamos fazer tendas em volta do prédio e buscar recursos imediatos para receber visitantes e alunos de escolas públicas. O espaço vai ser diferente de outros, será o índio recebendo e administrando o próprio projeto. Hoje, as direções dessas instituições não estão com os índios”, explicou o professor.
O espaço, acrescentou, centralizará a pesquisa e a difusão da produção cultural indígena, além de estabelecer um calendário de palestras em escolas do Rio de Janeiro. O resgate da história do povo indígena inclui a identificação e aproximação dos índios urbanos, chamados de desaldeados ou de invisíveis, porque não são contabilizados nas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Os índios não são contabilizados porque estão nas favelas dos grandes centros urbanos ou viram mendigos. Cobramos do IBGE a realização de um questionário de auto-afirmação dos povos originários, para cada um se afirmar com a sua etnia. Hoje temos levantes dos Xavantes do Mato Grosso, dos Ticunas do Amazonas, dos Caijajara, Caigangues, cobrando esse estudo”, garantiu José Guajajara.
Ontem, as lideranças indígenas participaram do 1º Encontro Movimento dos Tamoios: Pelo Resgate dos Direitos dos Povos Originários do Brasil, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), onde foi votada a proposta de ocupação do antigo museu.
Depois do encontro os índios foram para o local e enfrentaram resistência dos vigias que tomavam conta do terreno, mas não houve violência. “Fizemos um toré (manifestação com dança) para mostrar que éramos índios e conseguimos ficar”, informou o professor.
O encontro do Movimento Tamoio foi organizado pelos Sindicatos Estadual e Nacional dos Profissionais de Educação.
Fonte da imagem (CTI - Centro de Trabalho Indigenista)
Lançamento de livro: Diários da floresta, de Betty Mindlin
Quando: terça-feira, 24 de outubro de 2006, às 19 horas
Onde: Restaurante Buttina - Rua João Moura, 976 - São Paulo/SP (ver mapa de acesso)
Diários da floresta é o conjunto das anotações de campo das seis primeiras viagens da antropóloga Betty Mindlin ao povo Suruí Paiter de Rondônia, entre 1979 e 1983, durante os primeiros anos de contato da tribo. Eram agricultores e caçadores, habituados a conflitos com inimigos, conhecedores da floresta, pouco influenciados pela sociedade industrial que avançava sobre eles. Sua forma de vida deslumbrou a autora. Os diários relatam as descobertas cotidianas, a análise da economia e da organização social, do parentesco, dos rituais, do amor e da guerra, procuram desvendar outro modo de ser.
A roupa de croá, que oculta o seu rosto, balançando o maracá com muita fé, com muito gosto... (Fonte da imagem: site Índios On line)
(Fonte: Folha On line - RICARDO GALLO, DA REPORTAGEM LOCAL - SALVATORE CARROZZO, COLABORAÇÃO PARA A FOLHA)
Faz seis meses que Cícero não sabe o que é ver mulher e filho. Em abril, deixou a aldeia Brejo das Almas, no interior de Pernambuco, para viver de favor numa favela de São Paulo. Tudo para conseguir um emprego e sair da miséria. "Mas está difícil. Não consegui nada até agora", disse.
Cícero é um índio pankararu, exemplo de um fenômeno que cresce em São Paulo -a dos pankararus favelados em busca de oportunidade.
Em 2006, são 509 famílias apenas na favela do Real Parque, no Morumbi (zona oeste), contra 400 três anos atrás. No Estado, há cerca de 1.500. A favela do Real Parque sedia a associação Pró-Pankararu, que representa a etnia no Estado -foi lá que os primeiros deles chegaram a São Paulo.
"A miséria lá [em Pernambuco] está grande. A safra na aldeia não dá nada, então eles vêm para ganhar a vida aqui", afirmou o líder da comunidade, Bino Pankararu. Quinze dias atrás, disse, ele recepcionou 11 pankararus, que pagaram R$ 200 pela viagem em ônibus clandestino -mais barato.
O que os afasta da aldeia é a miséria: a venda de milho e feijão, duas das culturas de subsistência, rende R$ 50 mensais para as famílias. Em São Paulo, tentam empregos que não exijam qualificação -servente de pedreiro e ajudante de obra.
Realidade dura
Bastam alguns dias na metrópole para notar que emprego é coisa rara. Então, em vez de casebres da aldeia, os índios passam a habitar barracos de madeira, com energia elétrica improvisada, além de conviver com esgoto nas ruas.
Em meio a casas de tijolo à mostra e barracos improvisados, a entidade tenta preservar a cultura indígena. "E os vizinhos respeitam", afirmou Bino.
Eles, os vizinhos de favela, acharam bonito quando, paramentados com roupas de palha, cobertos até a cabeça, os pankararu se exibiram na entrada da Real Parque, em abril deste ano. O toré, como é conhecida, tem passos ritmados e som de flauta. Exige muita concentração: só vestem a roupa aqueles "puros de espírito", que não mantiveram relações sexuais há pelo menos três dias. "E o nome do índio que veste a roupa ninguém sabe", afirma Bino.
A pedido da Folha, três índios se vestiram para dançar o toré ontem. Atenta, a pankararu Maria Helena da Silva, 56, se emocionou. "Dá muita saudade da aldeia", diz ela, quatro meses de São Paulo.
A cultura é mantida ainda nas sessões de fumo, chamado de campiô. Nelas, até as crianças tragam a mistura de fumo e ervas. "É a nossa tradição. Uma vez fui a uma escola e reclamaram disso. Falei que, se fosse assim, a gente pararia a apresentação. Eles entenderam."
Os pankararu da favela Real Parque sobrevivem do trabalho, da ajuda de vizinhos e da renda de apresentações. Deixar os barracos, por ora, é uma esperança distante. Para tentar sair da favela, a comunidade pediu à prefeitura e ao Estado uma porção de terra para criar uma aldeia. Procurados, prefeitura e Estado disseram não haver projetos específicos para a etnia pankararu.
Da Funai (Fundação Nacional do Índio), eles recebem auxílio-transporte para o Estado natal e um projeto de bolsas de estudo integrais para graduação na PUC -26 indígenas foram beneficiados.
Migração
A história dos pankararu em São Paulo começou nos anos 50, quando, expulsos por posseiros, migraram em busca de emprego. Fixaram-se na região que mais tarde daria origem à favela Real Parque, trabalhando na construção do estádio do Morumbi e do Palácio dos Bandeirantes. Com o tempo, a intensificação do fluxo de índios deu origem a verdadeiras aldeias urbanas, encravadas nas favelas de Paraisópolis e do Grajaú (zona sul) e parque Santa Madalena (zona leste).
(Colaborou KRISHNA MONTEIRO , Colaboração para a Folha)
O pequeno, o simples, o silêncio, a liberdade
O método de Kuribayashi se baseia em suas habilidades para criar equipamentos óticos que capturam imagens em uma perspectiva única. Acima a Nacaura Matsumurai
Satoshi Kuribayashi, de 67 anos, trabalha como free-lancer desde os anos 60. Já lançou 40 livros e vídeos, todos dedicados à ecologia e com o foco em insetos. Nesta foto, o escaravelho-tigre
Rio Amazonas (Fonte das imagens)
Um dos outdoors da Aracruz (imagem enviada pela Lista de Literatura Indígena)
adorno labial (labretes/tembetás): dos índios Wai Wai, do Pará, feito com miçangas
adorno nasal (narigueira), dos índios Nambikwara, de Rondônia
Raoni Txukarramãe, foto de capa do livro "Caiapó Metutire"O botoque de madeira usado nos lábios é um tradicional adorno dos índios Kayapó, que vivem nas florestas de Mato Grosso e Pará.
Desde a década de 70, um importante líder Kayapó tornou-se bastante conhecido dos não-índios: o cacique Raoni Txukarramãe. Com sua férrea disposição na defesa do território e dos direitos indígenas, Raoni viajou pelo mundo sendo recebido por governantes, astros de rock e pelo Papa. Não se pode negar que seu botoque era algo impressionante. Marcava a figura de Raoni na memória. Acima está uma foto recente de Raoni (e seu botoque), que ilustra a capa de um livro sobre os índios Kayapó.
Da mesma forma que o botoque é usado para se falar melhor, os Kayapó acreditam que a capacidade de se ouvir melhor e "entender" a linguagem, é adquirida ao se fazer um buraco na orelha de alguém. Os bebês, de ambos os sexos, têm suas orelhas furadas e à medida que crescem o buraco é aumentado com alargadores de madeira, até atingir 2 a 3 centímetros de diâmetro.
Os índios Suyá, do norte do Mato Grosso, usam adornos semelhantes aos Kayapó. Os Suyá também associam esses alargadores à importância cultural da audição e da fala.
A pirarara come frutos e ajuda a dispersão de sementes (Fonte da imagem: Veja Especial Amazônia)
A preguiça gigante (Megatherium america) seria o Mapinguaria? (Fonte da imagem)
Crianças apurinã (Fonte da imagem)
(Fonte da imagem e das informações: site ambientebrasil)O xamanismo Yanomami
O xamanismo é, juntamente com o complexo ritual ligado ao tratamento da morte e dos mortos, um dos pilares da cultura Yanomami. As sessões xamânicas, individuais ou coletivas constituem tanto uma atividade regular como espetacular no seio das casas coletivas Yanomami. Cada aldeia conta, portanto, com ao menos um ou dois xamãs - às vezes com mais de uma dezena, como é o caso da comunidade de Watoriki.
Os xamãs fazem, segundo os nossos termos, “descer” e “dançar as imagens” (utupë) dos seres da origem mitológica do mundo e, sobretudo, aqueles ancestrais humanos/animais da primeira criação (yaroripë). Incorporamos essas “imagens”, uma depois da outra, sob a forma de espíritos auxiliares (xapiripë) realizando os trabalhos sobrenaturais para os quais os atributos ou competências destas entidades foram mobilizados. Os espíritos aparecem aos xamãs como minúsculos humanóides, comparados à partículas de poeira brilhante.
Sempre deslumbrantemente enfeitados com ornamentos de coloridas e luminosas plumagens, eles dançam lentamente sobre vastos espelhos, sem jamais tocar o chão. Durante essas sessões o xamã reproduz os cantos e a coreografia própria de cada espírito, aos quais, um após o outro, vai se identificando. Em conseqüência desse processo de identificação às imagens/espíritos dos primeiros tempos, os xamãs Yanomami são denominados xapiri thëpë, “pessoas-espíritos”.
A principal atividade dos xamãs é a de curar os membros de comunidade e de protegê-los dos poderes de predação que ameaçam sua integridade oriundos, tanto de formas de alteridade humana (aliados malévolos e inimigos), quanto não-humana (espíritos da floresta, espíritos xamânicos inimigos).
São, também, encarregados de manter sob controle a alternância dos dias e das estações do ano, além cuidar da abundância de caça e da fertilidade das plantações e floresta. Finalmente devem, quando morre um dos nossos, evitar que os espíritos órfãos cortem a abóbada celeste, o que provocaria sua queda; cataclismo similar ao que originou o mundo atual e do qual teme-se que marque o fim.
Costuma-se dizer que todo futuro xamã é, desde a infância, habitado por estranhos sonhos induzidos pelos espíritos que fixam seu olhar sobre ele. Mais tarde, conduzido pelos anciãos, deverá aprender a ver esses espíritos. A iniciação xamânica é ao mesmo tempo dolorosa e extática. Assim, durante várias semanas, o xamã inala o pó yãkoana, potente alucinógeno. Seu corpo é, então, simbolicamente desmembrado, invertido e recomposto pelos espíritos. Este é o preço pago para poder vê-los, aprender seus cantos e colocá-los a seu serviço.
O xamanismo Yanomami, através da convocação das imagens das origens, e de sua combinação sempre renovada no decorrer de cada sessão, constitui um dispositivo de interpretação da realidade do mundo e de intervenção sobre seus mecanismos subjacentes. Pressupõe, também, a capacidade dos xamãs de transcender as barreiras entre as categorias dos seres que povoam o Universo, dando-lhes, sucessivamente, corpo. Essa incorporação das imagens originais confere-lhes o poder de assumir, potencialmente, a subjetividade de todos os seres existentes, humanos e não-humanos, constituindo-os no ponto de totalização ontológica do conhecimento total do Cosmos.
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| Plano prevê que uma grande área da Amazônia passaria a ser administrada por um consórcio |
Pedido aos amigos de Portugal!
São quatro aldeias Guarani Mbya na cidade de São Paulo: Tekoa Ytu e Tekoa Pyau (chamadas Jaraguá), Tekoa Tenonde Porá (Morro da Saudade) e Tekoa Krukutu (estas duas situadas no bairro de Parelheiros, zona sul de SP). (Fonte da imagem e texto)